Cartas de Olinda e Alzira, de Bocage

Diz-se que o romance em verso “Cartas de Olinda e Alzira”, de Bocage, foi um dos primeiros manifestos feministas a circularem clandestinamente pelo país. Maria Emília Correia adaptou-o ao teatro com uma peça homónima para ver, de 11 a 15 de Janeiro, no Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa.
Em tom confessional, “Cartas de Olinda e Alzira” fala de amores, de ousadias e de prazeres. Uma proposta ética, mas bizarra, composta de cenas em que tudo o que parece é.
PUBLICO.PT

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