Alberto João Jardim vs. Zapatero ou como Portugal continua na idade da pedra com líderes destes

Alberto João Jardim referiu publicamente que “as leis da paridade são ofensivas para a mulher”. Acrescentou ainda que “com estas leis se deu um passo atrás na defesa das mulheres”.

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Por outro lado, Zapatero, declarou-se “feminista” com “convicção total” e considerou vital conseguir que as mulheres tenham voz mais activa e efectiva em todos os quadrantes da sociedade. “Sou um político afortunado: no governo tenho tantas mulheres como homens. E ainda mais afortunado porque na comissão executiva do partido que dirijo há  mais mulheres do que homens”, disse, perante aplausos da plateia formada por centenas de mulheres. O governante reiterou o empenho do executivo na consolidação da “igualdade real e efectiva” de homens e mulheres, destacando a Lei da Igualdade, aprovada no senado, e as campanhas para promoção da mulher em Espanha. O primeiro-ministro defendeu mais legislação dos governos mundiais para travar “o machismo criminal” e mais acções conjuntas de formação em liderança e promoção da mulher em postos de decisão, apostando nomeadamente nas mais jovens, e defende a criação de um “manual para potenciar a formação dos educadores”, com critérios de “cidadania, democracia e género”.

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